Alocação de profissionais é um dos modelos de outsourcing mais utilizados no Brasil mas ainda há muita confusão sobre como funciona, quem é responsável pelo quê e quando faz sentido escolher esse modelo.
Definição simples
Alocação de profissionais é quando uma empresa (a contratante) precisa de um especialista para trabalhar em seu time ou projeto, e esse especialista é fornecido por um parceiro de outsourcing (a contratada) que se responsabiliza pelo vínculo trabalhista, enquanto a empresa contratante dirige o trabalho no dia a dia.
Em termos jurídicos, é o modelo de prestação de serviços regulado pela Lei 13.429/2017.
Como funciona na prática?
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Do lado do profissional: ele tem vínculo empregatício com a empresa de outsourcing (a Executech, por exemplo), que cuida do pagamento, benefícios, encargos e gestão de RH. No dia a dia, porém, ele está integrado ao time da empresa cliente.
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Do lado da empresa contratante: você define as tarefas, as prioridades, as ferramentas e os processos. O profissional participa das suas reuniões, usa suas ferramentas, entrega para seus projetos. Você não gerencia o vínculo apenas o trabalho.
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Do lado do parceiro de outsourcing: faz a curadoria e seleção do profissional, mantém o vínculo trabalhista em dia, faz o acompanhamento de SLA e está disponível para resolver questões relacionadas ao profissional.
Quais profissionais podem ser alocados?
Virtualmente qualquer perfil pode ser alocado, mas os mais comuns são:
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TI e Tecnologia: desenvolvedor, analista, arquiteto, engenheiro de dados, especialista em cloud, profissional de segurança, DevOps, QA, Product Owner.
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RH e Gestão de Pessoas: analista de recrutamento, business partner, analista de folha, coordenador de treinamento e desenvolvimento.
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Engenharia e Projetos: engenheiro civil, mecânico, elétrico, de segurança do trabalho, técnico de campo, coordenador de obra.
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Operações e Back-office: analista administrativo, analista financeiro, coordenador de processos, assistente de operações.
Qual é a diferença entre alocação de profissionais e terceirização?
Os termos se sobrepõem no uso cotidiano, mas há uma distinção técnica:
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Alocação tipicamente se refere a um profissional individual que trabalha integrado ao time do cliente;
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Terceirização de processos (BPO) refere-se à entrega de um resultado ou processo completo, onde o fornecedor tem mais autonomia sobre como é executado.
Na prática, empresas como a Executech operam em ambos os modelos e muitas vezes a necessidade começa como alocação individual e evolui para estruturas mais complexas.
Quanto tempo leva para ter um profissional alocado?
Para perfis com boa disponibilidade no mercado (como desenvolvedores back-end em stacks populares ou analistas de RH), o tempo médio é de 2 a 3 semanas da requisição até o início das atividades.
Para perfis muito especializados (engenheiros com certificações específicas, especialistas em tecnologias de nicho), o prazo pode ser de 4 a 6 semanas.
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